Núcleo de Conciliação do TJPB firma parcerias com Universidades do Sertão paraibano

A equipe do Núcleo de Conciliação do Tribunal de Justiça da Paraíba,  dirigida pela desembargadora Maria das Graças Moraes Guedes, está no sertão do Estado  firmando parcerias com Universidades do interior para implantação de Centros de Conciliação e Mediação nas Comarcas de Patos, Souza e Cajazeiras. A desembargadora está acompanhada dos juizes Fábio Leandro de Alencar e Bruno César Azevedo, diretores adjuntos do Núcleo.

A equipe visita nesta quinta-feira (21) as cidades de Patos e Sousa, devendo chegar amanhã (22) ao município de Cajazeiras. A magistrada Maria das Graças Morais Guedes, que assumiu a diretoria do Núcleo de Conciliação do TJ no início do mês de março, informou que a equipe traçou como uma das metas a interiorização das ações do núcleo e, para tanto,  tem buscado junto às instituições de ensino superior apoio  para implantação de Centros de Conciliação e Mediação nestas comarcas.

Em contra partida, as Universidades parceiras se comprometeram em ceder  espaço físico, assim como também alunos dos cursos de Direito para atuarem  como conciliadores nestes centros, conforme ressaltou a desembargadora.

O diretor adjunto, juiz Fábio Leandro de Alencar, informou que a iniciativa do TJPB está avançado gradativamente nos acordos. “O núcleo, inclusive, vem  desenvolvendo várias ações que já possibilitaram a resolução de conflitos”, revelou.

O magistrado acrescentou que o Núcleo além de estimular a cultura da conciliação realizou vários mutirões em parceria com as empresas e órgãos públicos, buscando a resolução pacífica dos conflitos. Entre a as ações, está previsto Mutirão da Saúde (em maio), que envolve os planos de saúde, e os mutirões do Dpvat, previsto para acontecer em junho, em parceria com a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro.

Conciliação e Mediação – A Conciliação e a Mediação são semelhantes, sendo muitas vezes confundidas em sua aplicação. A diferença entre os termos, porém, seria que o mediador atua, prioritariamente, no diálogo entre as partes autoras para que ambas  cheguem as suas próprias soluções. Já na conciliação, um terceiro imparcial ( Conciliador) buscará, em conjunto com as partes, chegar voluntariamente a um acordo, interagindo, sugestionando junto às mesmas.

O conciliador pode sugerir soluções para o caso, como forma de se antecipar a problemas futuros, resolvendo hoje para  não ter problemas amanhã.

Fonte: Gecom TJPB – com o estagiário Janailton Oliveira